A formação junta três coisas que normalmente andam separadas: técnicas em comunicação , pensada pra abrir caminho profissionalizante e conseguir renda; leitura crítica sobre racismo digital, desinformação e disputa de narrativa, porque nem só de pão vive a pessoa; e prática real, pra girar a economia do território, com os alunos prestando assessoria pra negócios da própria região enquanto constroem portfólio. Disputa de narrativa, aqui, não é figura de linguagem — é sobre munir as pessoas certas com ferramentas pra contar as própria histórias e contribuir na modificação de perspectivas hegemônicas.
Os pés fincados no chão, o desejo mirando no alto. Entre Muniz Sodré, pra quem comunicar é criar vínculo, e Richard Santos – todo conhecimento carrega o lugar de quem fala, o presença digital escolheu não separar as duas coisas: ensina a se comunicar sem nunca pedir pra ninguém esconder de onde veio.